11 de abr de 2018

Ruta del Bacallà 2018

Esse ano, se celebrou (do 5 de março ao 8 de abril) outra edição da Ruta del Bacallà, um evento creado pelo Gremi de Bacallaners de Catalunya com a colaboração de Damm.

Um bom número de restaurantes e lojas de bacalhau ofereceram sugestivos exemplos do que pode ser fazer com este peixe na cozinha.

Tinha a chance de fazer um menú com o bacalhau como elemento central, mas escolhi ir a experimentar alguns pratinhos feitos com tão extraordinário peixe. Acompanhado, sempre, da Inèdit de Damm.

Não fui a todos.

O primeiro pratinho que experimentei foi o "Canelone de bacalhau lacado com crema de alcachofras", do Pepa Tomate (Carrer Parlament, 35, Barcelona). Delicioso. Bacalhau bem feito e gostoso com uma creme com gosto elegante de alcachofra. Aliás, brincando com diferentes texturas.






Depois, experimentei as "Croquetes de bacalhau com pimenta sobre emulsão de ajoarriero", do Catacroquet Bistrot (Carrer dels Almogàvers, 211, Barcelona), umas excelentes croquetes, crocantes por fora e cremosas por dentro, como tem que ser. O ajoarriero ficou muito bem com a croquete quando se untava.




A "Omelete unilateral de bacalhau", do Dos Pebrots (Carrer del Doctor Dou, 19, Barcelona) foi um excelente final da ruta, muito bem elaborada e com uma apresentação de fazê-la na mesa espetacular.


























Veremos se o próximo ano posso fazer a ruta inteira.

2 de abr de 2018

Carpe Birrem 2018 - Calella

A Páscoa desse ano serviu para que Calella acolhesse uma edição do Carpe Birrem, um festival itinerante de cerveja artesana. Como todo festival desse tipo, os que gostamos da cerveja artesana tivemos a chance de experimentar, sobretudo, o que fazem as cervejeiras locáis.




Primeiro, experimentei a IPA Julián Gorospe (de Catalan Brewery), muito lupulada, como é lógico no estilo de cerveja. De aroma floral e frutal, tem um gosto que lembra o lytchee.



Depois, experimentei uma Pale Ale da Popaire. Achei ser uma cerveja com pontos doces, acaramelados.



Por último, chegou uma Blonde da Popaire. Refrescante, com gosto de cereáis e fruta seca: encontrei de deixava na boca gosto das sementes de gira-sol.



E para acompanhar a cerveja, nada melhor que a comida. Uns quantos foodtrucks permitiram escolher o que se desejava comer. 














Pessoalmente, comi umas empanadas argentinas escandalosamente boas, do Magoya. Nunca comi umas epmanadas tão molhadinhas nem cheias. Com duas (uma de atum e outra de vaca) almocei muito bem.




27 de mar de 2018

Mona 2018 (e 3)

E as Monas estão por todos os lados, desde o Raval até a Vila de Gràcia.

Monas de Bomboneria J. Fàbrega (c. Sant Antoni Abat, 7)




























Monas de Pastisseria Montserrat (c. Torrent de l'Olla, 81)





































Monas de Pastisseria Cusachs (c. Bailén, 223)































Monas de Pastisseria Carrió (c. Bailén, 216)







23 de mar de 2018

Showcooking do Miguel Muñoz para o "Passeig de Gourmets"

A primeira metade do mês de março trouxe a primeira edição do "Passeig de Gourmets", uma visualização da gastronomia que se faz nesta rua de Barcelona.



Diferentes espaços do Passeig e redores ofereciam pratinhos e menús para que a gente experimentasse a culinária que fazem. Assim mesmo, se organizarm showcookings para dar uma pequena palestra sobre algum aspecto da gastronomia.

Na sexta 16, tive a chance de assistir a um showcooking de culinária com escabeches por parte do Miguel Muñoz, cozinheiro jefe do hotel H10 The One Barcelona (Carrer Provença, 277).



Como em qualquer showcooking (e é de agradecer), teve uma chance para contextualitzar a sessão. NUm principio, os escabeches eram métodos de conservação usando o vinagre. Mas devido à melhora nos aparelhos e técnicas modernas para conservar os alimentos, o escabeche é uma preparação que passou a ser uma técnica mais na cozinha. Isso levou a uma diminuição no uso do vinagre nas diferentes receitas.


Um escabeche, dependendo do tipo de vinagre usado, vai ter diferências de gostos e matizes, então, pode se personalizar em muitas combinações. Mas, todo o que fique em escabeche tem que repousar um mínimo de 24 horas para pegar todos os aromas.



O primeiro escabeche que a gente comeu foi um de legumes e colorão. O vinagre usado foi um branco. A preparação foi deliciosa, sobretudo pelo crocante das legumes.



Seguidamente, chegou um escabeche de cavala que levava laranja para substituir o vinagre. Aromático, delicado e delicioso.



























O último foi um escabeche de codorna que era quase um ensopado à catalana, com pinhões e ameixa-preta. Tinha um gostoso caldo de carne feito com os esqueletos das aves e legumes torradas no forno. Pode se substituir a codorna por qualquer outra ave pequena. Claro que seja a ave que seja, tem que ter se cuidado com cozinhar de formas diferentes as coixas e os peitos. O vinagre usado nesta receita  El darrer, va ser un escabetx de guatlla que era gairebé com un guisat a la catalana, amb pinyons i prunes. Portava un gustós brou de carn fet amb les carcasses de l'animal i les verdures torrades al forn. Es pot substituir la guatlla pfoi um de Jerez.



























Para terminar, o Miguel Muñoz mencionou os três segredos da cozinha:

1) Amor pelo que se faz
2) Tempo
3) Paciência